Pete Hegseth chama aliados dos EUA de ingratos e diz que eles deveriam agradecer a Trump pela guerra

Pete Hegseth chama aliados dos EUA de ingratos e diz que eles deveriam agradecer a Trump pela guerra
Fotos: Reprodução X @FoxNews | Wikimedia Commons

Em coletiva de imprensa no Pentágono na quinta-feira (19), o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, criticou os aliados europeus por não ajudarem o país na guerra do Irã.

O conflito, que começou no dia 28 de fevereiro depois que Israel e os EUA atacaram uma escola no sul do Irã, já resultou em mais de 2 mil iranianos mortos nos bombardeios americanos e israelenses.

Como retaliação, o Irã reforçou o bloqueio do Estreito de Ormuz e segue fazendo ataques a instalações americanas em países aliados dos EUA.

A situação tem levado o preço dos barris de petróleo a subir constantemente, alimentando o temor de uma crise mundial no mercado de combustíveis fósseis.

Países europeus como o Reino Unido e Alemanha declararam que não vão enviar navios ao estreito para romper o bloqueio e recusaram outros chamados de Donald Trump para um ataque conjunto.

Pete Hegseth, por sua vez, chamou os aliados europeus de “ingratos” e tentou inflar o sucesso dos EUA na guerra.

“Um regime como esse, que se recusa a abandonar suas ambições nucleares, não é apenas um problema regional, é uma ameaça direta à América, à liberdade e à civilização no mundo e aos nossos aliados ingratos na Europa”, disse o secretário.

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Pete Hegseth chama aliados dos EUA de ingratos e diz que eles deveriam agradecer a Trump pela guerra
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“Até mesmo setores da nossa própria imprensa deveriam estar dizendo uma coisa ao presidente Trump: ‘Obrigado’”, continuou Pete Hegseth.

“Obrigado por ter a coragem de impedir que esse Estado terrorista mantenha o mundo refém com mísseis enquanto constrói, ou tenta construir, uma bomba nuclear. Obrigado por fazer o trabalho do mundo livre”, declarou.

Os comentários de Pete Hegseth vieram depois que o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, Joe Kent, renunciou abruptamente na quarta-feira (18).

“Não posso, em sã consciência, apoiar a guerra em andamento contra o Irã. O Irã não representava nenhuma ameaça iminente à nossa nação, e está claro que começamos essa guerra devido à pressão de Israel e de seu poderoso lobby americano”, disse Kent em sua declaração.

Fonte e imagens: X @FoxNews | Wikimedia Commons. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.

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